
La suerte está echada para este ex rebelde, o ex integrante do RBD mais bem-sucedido, que da área de cantar não quer saber nada. Depois que passou pelo grupo protagonizou dois filmes, uma série, uma telenovela, acaba de ganhar um prêmio como melhor ator e está por iniciar um novo filme.
Alfonso Herrera sofrerá os avatares da má sorte, essa que para muitos não existe, mas começaram a acreditar, a partir deste sexta-feira, quando comece a filmar seu novo filme.
Com o título La suerte está echada, o longa-metragem é dirigido por Juan Carlos de Llaca (Por la libre), com locações no Distrito Federal.O filme é a quarta aparição do ator de 26 anos na tela grande. Estreou há oito como um vilão em Amarte Duele; depois a criticadíssima Volverte a Ver e mais recentemente interpretou a um militar na produção venezuelana Venezzia, pela qual acaba de ganhar o prêmio de
Melhor Ator no Festival Internacional de Cinema do Canadá.La suerte está echada, produzida por Videocine, integra a um elenco composto por Patricio Castillo, Mauricio Isaac, Irene Azuela, Delia Casanova e Ernesto Gómez Cruz.
“Meu personagem se chama Guillermo e é uma pessoa um tanto cinzento que está intrometida na sua zona de conforto; é um contador a quem lhe custa muito trabalho abrir-se emocionalmente.
“Está à sombra do pai Patricio Castillo e junto com seu irmão Mauricio Isaac estão em uma busca e mediante a mesma, se perdoam a si mesmos e ao pai”, diz Alfonso Herrera em entrevista com kiosko.Você é o da má sorte?Mais bem é meu irmão, mas eu também a sofro. No final de contas é jogar pouquinho com esta situação de ver se tu a generas ou se sucede por fatores externos. (No filme) é tomada à má sorte por assim dizer uma doença e se joga um pouco a como curá-la, como erradicá-la da vida.Como você qualifica tua sorte em cinema?Tratei de ter metas claras, ser claro no que quero, sem olhar aos lados. As peças se juntaram de uma maneira para continuar no que eu gosto, que é a atuação.
Neste filme estou entrando em meu ponto de vista do que é a sorte. Acho que tu a generas de acordo com teus pensamentos, tua disciplina e constância. Se você é assim, sem esperar que tudo chegue só, se podem ter as coisas mais fácil.Em algum momento você pensou que, depois das críticas de “Volverte a ver”, jamais voltariam a chamar para fazer um filme?Não, para nada! Mas em relação aVolverte a Ver um vai aprendendo, e não considero que tenha sido algo contraproducente para minha carreira, foi um filme que me levou outra vez ao cinema depois que um longo período inativo (no cinema por RBD), mesmo que deve dizer-se que esse filme se complementou com a obra que estava fazendo (The pillowman), com a dublagem do filme Igor, e a série Terminales. Foi uma série de fatores que se juntaram e solidificaram minha faceta como ator, e eu gosto disso.
Em Volverte a ver houve decisões do diretor e é preciso respeitá-las. Um tem que atuar e confiar.Que passou com a rodagem de “Las paredes Hablan”, onde você era o protagonista e terminou sendo Kuno Becker?Básicamente foi uma questão de tempos e itinerários que não se pôde concretizar. Já até tinha tido uma leitura de roteiro, mas finalmente não se pôde realizar. A produção desse filme (encabeçada por Anna Roth, Hombre en llamas e Apocalypto) manteram uma boa relação comigo e algum dia trabalharemos juntos.Que você pensa do dito ‘Por algo passam as coisas'?Acho que de alguma maneira as coisas se vão acomodando por si só e levam seu ritmo natural. A piada é animar uns a outros.Nesse sentido, como vai o processo natural de “El Diez” (série sobre futebol que protagonizará)?É uma situação que está em stand by, sei que é uma série que se vai fazer, mas há várias situações que não dependem de um mas de alguém mais em cima, e é preciso esperar.
Também há por aí uma proposta de teatro, e outras para fazer cinema, que se estão avaliando.
Houve alguém que te tenha oferecido voltar ao canto?Acho que toda as pessoas estão inteiradas e certas que esta (a atuação) é minha linha, eu gosto e vou continuar nela. Não tem havido convites.Você Cantaria o tema de “La suerte esta hechada”, se o diretor o pedisse?(Risos) O teria que valorar. (Para outros filmes) depende do projeto e depende da situação, por enquanto estou contente com o que tenho.Que há com “Venezzia”, o filme?A estréia no México é no próximo ano, já conseguiu distribuidor.
Já há 60 cópias. O prêmio que ganhei (a Melhor Ator) se sente bem, são como indicadores que dizem que você vai bem. Mas o mais importante é que se tratava de um festival onde havia 15 filmes de todo o mundo e Venezzia era a única produção latino-americana.
Créditos: El Universal Mx